29 de jul. de 2009

FEIJOADA DA ONIXSAT




CIRC. 274/2009

Rio de janeiro, 29 de julho de 2009




FEIJOADA DA ONIXSAT

Prezados Associados,



A ONIXSAT tem a satisfação de convidar as empresas de transporte rodoviário de cargas para uma suculenta feijoada, com direito a todos os detalhes, no próximo dia 05/08, às 12 horas, no restaurante do SINDICARGA.



Além da agradável recepção, serão apresentadas as novidades tecnológicas disponibilizadas para atender as necessidades do transportador.



Marquem, desde já, em suas agendas e não percam essa oportunidade.



Até lá ! ! !

28 de jul. de 2009

Bancos apontam fim da recessão no país

A recessão brasileira terminou em maio. Após dois trimestres seguidos de retração, que caracterizaram recessão técnica no país, a economia brasileira voltou a se expandir exatamente no centro do segundo trimestre, de acordo com diferentes estudos dos bancos Bradesco e Itaú Unibanco.

Segundo o Bradesco, com os dados até maio, o PIB do segundo trimestre já apontava um crescimento de 1,7% em relação aos primeiros três meses deste ano. Até abril, os resultados eram negativos.

Já os economistas do Itaú Unibanco detectaram em maio uma alta de 2,3% do PIB em relação a abril, o que também sugere a primeira expansão trimestral da economia após a crise. Os dados fazem parte de uma nova pesquisa, que segue a metodologia do IBGE, para estimar o PIB mensal, já livre de efeitos sazonais. Em abril, a pesquisa apurara retração de 0,7% em relação a março.

Para Octavio de Barros, diretor de pesquisas do Bradesco, os números mostram que o Brasil foi um dos primeiros países do mundo a sair da crise. A recessão é caracterizada tecnicamente por economistas com dois trimestres seguidos de retração. De acordo com o IBGE, a economia encolheu 0,8% no primeiro trimestre e 3,6% no último trimestre de 2008.

Segundo Barros, a saída do Brasil da recessão é algo para ser comemorado, mas que era previsível dados os sinais de que o país e alguns emergentes sairiam antes da crise por conta de seus grandes mercados domésticos. A ação do governo foi importante para a recuperação, principalmente a atuação dos bancos públicos, disse ele.

Desde janeiro, o levantamento do PIB mensal do Itaú Unibanco mostra uma recuperação lenta da economia. A novidade em maio foi que o indicador do Itaú se expandiu de forma mais vigorosa. Do jeito que as coisas estão caminhando, não só teremos crescimento, como um crescimento bem positivo no segundo trimestre. A gente captou uma coisa que não se via antes. Tínhamos vários indicadores mensais, como produção industrial e dados do varejo, mas que não davam o quadro completo, afirmou Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco.

Na previsão do Itaú, o PIB deve ter crescido entre 1,5% e 2% no segundo trimestre de 2009 em relação ao período anterior. Para o Bradesco, a alta pode ser de até 2,2%.

Apesar da recuperação a partir de maio, o PIB deste ano ainda deve registrar queda de pelo menos 0,5%, em razão da forte desaceleração do início do ano. Para 2010, as previsões são bastante otimistas, de crescimento superior a 4%, de acordo com o Bradesco.

Os dados desagregados do indicador calculado pelo Bradesco mostram que a demanda doméstica foi a responsável pelo desempenho favorável, enquanto o setor externo ajudou a jogar a atividade para baixo.

Para Aurélio Bicalho, economista do Itaú, a redução das alíquotas de IPI para o setor automobilístico foi um dos propulsores do crescimento entre abril e junho. Ele afirma que o incentivo levou a indústria a uma expansão mensal média de 1,5% de janeiro a maio -excluindo o setor, a variação recua para 0,6% ao mês.

O segundo fator da recuperação foi o ajuste nos estoques da indústria. Isso porque, no início da crise, a produção caiu mais rapidamente do que a demanda, como uma reação para impedir uma formação indesejada de estoques. Com a recuperação da demanda, a indústria teve de voltar a produzir mais para não ter problemas de entrega. E isso ocorreu entre abril e junho, elevando a taxa de crescimento da produção industrial, disse Bicalho.

O segundo fator foi o ajuste nos estoques da indústria. Finalmente, houve uma recuperação de volumes exportados e preços das commodities, com a retomada da demanda chinesa. A previsão é que as exportações sigam como principal fator de recuperação no segundo semestre.

Para o Itaú, os indicadores de junho já divulgados mostram recuperação da economia em diversos setores, com destaque para vendas no varejo e para a produção industrial. Na avaliação do banco, o crescimento verificado no segundo trimestre de 2009 pode ser até em ritmo mais vigoroso do que a média vista no período anterior à crise. Por outro lado, a expectativa é a de que, na segunda metade do ano, esse ritmo se desacelere novamente.


Fonte: Folha de S. Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou preocupação com as exportações

Preocupado, Lula quer ampliar exportações para emergentes

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou preocupação com as exportações e pediu ao ministro Guido Mantega (Fazenda) que amplie negociações com países da América Latina, Ásia -com destaque para a China- e África para melhorar a balança comercial do país.

O presidente disse que nós temos que reforçar nosso esforço de exportar mais. O ministro Guido Mantega citou que a China está crescendo a um ritmo de 8,5% e isso é um bom indicativo, disse o ministro Paulo Bernardo (Planejamento), ao deixar a reunião de coordenação política do governo.

No primeiro semestre deste ano, as exportações caíram 22% em comparação com os seis primeiros meses do ano passado. No total, as vendas para o exterior somaram US$ 69,9 bilhões. O saldo comercial melhorou no período apenas porque as importações caíram ainda mais.

Neste ano, a China se tornou o principal parceiro comercial do Brasil. Por isso, o ministro da Fazenda se mostrou animado com a recuperação da economia do país asiático.

De janeiro a junho, o Brasil exportou US$ 10,45 bilhões para a China, um crescimento de 42% em relação ao mesmo período de 2008.

Nos seis primeiros meses de 2009, o país asiático comprou quase 15% de todas as exportações brasileiras.

Segundo Bernardo, o presidente Lula demonstrou confiança na economia no segundo semestre e comentou que as projeções do governo apontam para crescimento de 3,5% a 4% no fim deste ano.

Estamos convictos de que vamos ter uma situação de retomada muito boa, devendo chegar ao fim do ano com crescimento no ritmo de 4%, 3,5%. Na média evidentemente vai ser muito menor do que isso. Nós estamos prevendo crescimento de 1%, mas de fato está muito animador, afirmou Bernardo.


Fonte: Folha de S. Paulo