Dólar começa semana em alta
Na semana anterior, moeda acumulou variação de 3,16%.
No mês, avanço é de mais de 7%.
Do G1, com informações do Valor Online
O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (24) em leve alta. Por volta das 9h26, a moeda americana subia 0,32%, cotada a R$ 1,867 na venda.
Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), a divisa futura avançava 0,43%, para R$ 1,865.
Na sexta-feira passada, o dólar ficou estável, negociado a R$ 1,859 na compra e a R$ 1,861 na venda. Na semana, a moeda subiu 3,16% e, no mês, acumula valorização de 7,08%.
24 de mai. de 2010
Mercado prevê crescimento do PIB próximo de 6,5% para 2010
Mercado prevê crescimento do PIB próximo de 6,5% para 2010
Ao mesmo tempo, estimativa de inflação sobe pela 18a semana, para 5,67%.
Previsão para o saldo positivo da balança avança para US$ 14,5 bilhões.
Alexandro Martello Do G1, em Brasília
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Os analistas do mercado financeiro elevaram a sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 6,30% para 6,46% na semana passada, informou o Banco Central nesta segunda-feira (24) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. O documento é fruto de pesquisa do BC com os economistas.
saiba mais
Se confirmada, será a maior expansão do PIB desde 1986, quando o país cresceu 7,49%, segundo série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibilizada pelo BC. Para 2011, a previsão de crescimento econômico do mercado financeiro permaneceu estável em 4,5%.
Inflação
Na semana passada, o mercado financeiro também subiu, pela 18ª vez consecutiva, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) deste ano. A estimativa dos analistas passou de 5,54% para 5,67%. Para 2011, a previsão do mercado permaneceu estável em 4,80%.
No Brasil, vigora o sistema de metas de inflação, pelo qual o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas. Para 2010 e 2011, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
Juros
Com a expectativa de inflação em alta, os analistas também apostam que os juros continuarão subindo para tentar impedir a escalada dos preços. Em junho, de acordo com a previsão do mercado financeiro, a taxa deverá ser elevada para 10,25% ao ano, ou seja, um novo aumento de 0,75 ponto percentual. Segundo o mercado, os juros terminarão este ano em 11,75% ao ano e 2011 em 11,50% ao ano.
Taxa de câmbio
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2010 permaneceu em R$ 1,80 por dólar. Para o fechamento de 2011, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio ficou estável em R$ 1,85 por dólar.
Balança comercial
Já a projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2010 subiu de US$ 13,75 bilhões para US$ 14,54 bilhões na semana passada.
Para 2011, o BC revelou nesta segunda-feira que a previsão dos economistas para o saldo da balança comercial recuou de US$ 5,3 bilhões para US$ 4,5 bilhões de superávit.
No caso dos investimentos estrangeiros diretos, a expectativa do mercado para o ingresso de 2010 caiu de US$ 38 bilhões para US$ 37 bilhões. Para 2011, a projeção de entrada de investimentos no Brasil permaneceu em US$ 40 bilhões.
Ao mesmo tempo, estimativa de inflação sobe pela 18a semana, para 5,67%.
Previsão para o saldo positivo da balança avança para US$ 14,5 bilhões.
Alexandro Martello Do G1, em Brasília
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Os analistas do mercado financeiro elevaram a sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 6,30% para 6,46% na semana passada, informou o Banco Central nesta segunda-feira (24) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. O documento é fruto de pesquisa do BC com os economistas.
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Se confirmada, será a maior expansão do PIB desde 1986, quando o país cresceu 7,49%, segundo série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibilizada pelo BC. Para 2011, a previsão de crescimento econômico do mercado financeiro permaneceu estável em 4,5%.
Inflação
Na semana passada, o mercado financeiro também subiu, pela 18ª vez consecutiva, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) deste ano. A estimativa dos analistas passou de 5,54% para 5,67%. Para 2011, a previsão do mercado permaneceu estável em 4,80%.
No Brasil, vigora o sistema de metas de inflação, pelo qual o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas. Para 2010 e 2011, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
Juros
Com a expectativa de inflação em alta, os analistas também apostam que os juros continuarão subindo para tentar impedir a escalada dos preços. Em junho, de acordo com a previsão do mercado financeiro, a taxa deverá ser elevada para 10,25% ao ano, ou seja, um novo aumento de 0,75 ponto percentual. Segundo o mercado, os juros terminarão este ano em 11,75% ao ano e 2011 em 11,50% ao ano.
Taxa de câmbio
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2010 permaneceu em R$ 1,80 por dólar. Para o fechamento de 2011, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio ficou estável em R$ 1,85 por dólar.
Balança comercial
Já a projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2010 subiu de US$ 13,75 bilhões para US$ 14,54 bilhões na semana passada.
Para 2011, o BC revelou nesta segunda-feira que a previsão dos economistas para o saldo da balança comercial recuou de US$ 5,3 bilhões para US$ 4,5 bilhões de superávit.
No caso dos investimentos estrangeiros diretos, a expectativa do mercado para o ingresso de 2010 caiu de US$ 38 bilhões para US$ 37 bilhões. Para 2011, a projeção de entrada de investimentos no Brasil permaneceu em US$ 40 bilhões.
Inflação no varejo perde força e sobe 0,47% na 3ª prévia de maio
Inflação no varejo perde força e sobe 0,47% na 3ª prévia de maio
Principal contribuição para a taxa menor do IPC-S veio do grupo alimentação, que desacelerou de 1,18% para 0,52%
Alessandra Saraiva, da Agência Estado
RIO - A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) perdeu força, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 24, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O índice subiu 0,47% até a quadrissemana encerrada em 22 de maio, taxa menor do que a apurada no IPC-S anterior, de até 15 de maio, quando avançou 0,64%. Ainda segundo a FGV, este foi o menor resultado para o índice desde a quarta semana de dezembro de 2009, quando o índice subiu 0,24%.
Das sete classes de despesa usadas para cálculo do IPC-S, quatro apresentaram decréscimos em suas taxas de variação de preços, do IPC-S de até 15 de maio para o índice de até 22 de maio.
As quatro classes de despesa que apresentarem inflação menos intensa, ou até mesmo deflação, foram saúde e cuidados pessoais (de 0,79% para 0,74%); educação, leitura e recreação (de 0,30% para 0,23%); transportes (de -0,04% para -0,11%); e alimentação (de 1,18% para 0,52%).
O peso maior para a queda do índice geral veio do grupo de alimentos, que registrou recuos e desaceleração de preços em produtos importantes como hortaliças e legumes (de 0,97% para -2,34%), laticínios (de 3,28% para 2,64%), arroz e feijão (de 8,25% para 6,39%) e carnes bovinas (de 2,71% para 1,99%).
Já os três grupos restantes apresentaram aceleração na variação de preços, no mesmo período. É o caso de habitação (de 0,46% para 0,60%); vestuário (de 0,73% para 0,82%); e despesas diversas (de 0,36% para 0,39%).
A FGV informou ainda que, entre os produtos pesquisados para cálculo do IPC-S de até 22 de maio, os aumentos de preços mais intensos foram apurados em batata-inglesa (12,36%); tarifa de eletricidade residencial (1,50%); e leite tipo longa vida (4,26%). Já as mais expressivas quedas de preços foram registradas em tomate (-25,46%); álcool combustível (-5,31%); e laranja pera (-6,66%).
Principal contribuição para a taxa menor do IPC-S veio do grupo alimentação, que desacelerou de 1,18% para 0,52%
Alessandra Saraiva, da Agência Estado
RIO - A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) perdeu força, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 24, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O índice subiu 0,47% até a quadrissemana encerrada em 22 de maio, taxa menor do que a apurada no IPC-S anterior, de até 15 de maio, quando avançou 0,64%. Ainda segundo a FGV, este foi o menor resultado para o índice desde a quarta semana de dezembro de 2009, quando o índice subiu 0,24%.
Das sete classes de despesa usadas para cálculo do IPC-S, quatro apresentaram decréscimos em suas taxas de variação de preços, do IPC-S de até 15 de maio para o índice de até 22 de maio.
As quatro classes de despesa que apresentarem inflação menos intensa, ou até mesmo deflação, foram saúde e cuidados pessoais (de 0,79% para 0,74%); educação, leitura e recreação (de 0,30% para 0,23%); transportes (de -0,04% para -0,11%); e alimentação (de 1,18% para 0,52%).
O peso maior para a queda do índice geral veio do grupo de alimentos, que registrou recuos e desaceleração de preços em produtos importantes como hortaliças e legumes (de 0,97% para -2,34%), laticínios (de 3,28% para 2,64%), arroz e feijão (de 8,25% para 6,39%) e carnes bovinas (de 2,71% para 1,99%).
Já os três grupos restantes apresentaram aceleração na variação de preços, no mesmo período. É o caso de habitação (de 0,46% para 0,60%); vestuário (de 0,73% para 0,82%); e despesas diversas (de 0,36% para 0,39%).
A FGV informou ainda que, entre os produtos pesquisados para cálculo do IPC-S de até 22 de maio, os aumentos de preços mais intensos foram apurados em batata-inglesa (12,36%); tarifa de eletricidade residencial (1,50%); e leite tipo longa vida (4,26%). Já as mais expressivas quedas de preços foram registradas em tomate (-25,46%); álcool combustível (-5,31%); e laranja pera (-6,66%).
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