Santander compra rede de varejo alemã de banco sueco por US$ 697,2 milhões
Banco quer se tornar um importante ator no mercado de banco de varejo da Alemanha
Danielle Chaves, da Agência Estado
NOVA YORK - O banco sueco Skandinaviska Enskilda Banken (SEB) chegou a um acordo para vender sua rede de varejo alemã para o Santander, o maior banco da Espanha, por 555 milhões de euros (US$ 697,2 milhões). O Santander deixou para trás o italiano UniCredit, que, de acordo com uma fonte, planejava fazer uma oferta de cerca de 450 milhões de euros pela unidade alemã do SEB.
O acordo, que deverá ser concluído no fim de 2010 ou em 2011, é um claro sinal de que o Santander quer se tornar um importante ator no mercado de banco de varejo da Alemanha. O país é um mercado fundamental para o banco, segundo o chairman Emílio Botín. "Essa aquisição é um passo significativo para atingirmos nossa meta de ser um banco de varejo com serviço completo no maior mercado da Europa", afirmou o executivo.
A transação vai quase dobrar o número de filiais do Santander na Alemanha e acrescentar um milhão de clientes aos seis milhões que o banco já possui no país.
Segundo o SEB, o valor da aquisição representa um prêmio ao capital alocado de 420 milhões de euros. Os custos da transação, incluindo financiamento relacionado e efeitos de contabilidade de hedge, são estimados em 375 milhões de euros. O SEB afirmou que a venda da unidade alemã vai liberar capital que será reinvestido em áreas de crescimento fundamentais do banco.
Nos últimos anos, o Santander comprou a unidade de finanças ao consumidor alemã do Royal Bank of Scotland (RBS) e as unidades alemãs da General Electric Money. Recentemente, o banco espanhol também tem feito uma série de grandes transações fora da Alemanha. O Santander comprou os 25% que ainda não possuía em sua unidade mexicana, deverá adquirir 318 filiais do RBS no Reino Unido e está negociando a compra do banco de varejo norte-americano M&T Bank. As informações são da Dow Jones.
12 de jul. de 2010
Carga tributária volta a subir e deve registrar recorde de 34,7% do PIB
Carga tributária volta a subir e deve registrar recorde de 34,7% do PIB
Depois de cair no ano passado por causa da crise, arrecadação se recupera, ancorada pelo forte crescimento econômico do País em 2010
Marcelo Rehder, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - A carga tributária brasileira voltou a subir e deverá bater o recorde de 2008, depois de ter recuado no ano passado. Em 2010, a soma de todos impostos, taxas e contribuições pagos pelas empresas e cidadãos aos três níveis de governo (federal, estadual e municipal) deverá representar 34,7% do Produto Interno Bruto (PIB), com alta de um ponto porcentual em relação a 2009 (33,7%). Em 2008, a carga foi de 34,4%.
As informações são de um estudo do consultor na área fiscal Amir Khair. Para projetar a carga tributária de 2010, Khair usou como base a arrecadação até maio e considerou um crescimento de 7% para o PIB, estimado em R$ 3,565 trilhões. Os valores de 2009 foram atualizados com a aplicação de uma correção de 6% (composto, em 70%, pelo IPCA e, em 30%, pelo IGP-DI). A metodologia de cálculo é a mesma usada pela Receita Federal.
O aumento da carga neste ano pode ser explicada, basicamente, pelo crescimento da economia, que faz ampliar a base de tributação. Da mesma forma, em 2009, a arrecadação caiu por causa dos efeitos recessivos da crise financeira mundial.
Quando o ambiente de negócios é favorável, as empresas não apenas faturam e lucram mais, como também empregam mais pessoas e pagam salários mais altos. Nesse cenário, mesmo sem aumento de alíquotas, o governo arrecada mais.
"Sempre que a economia passa por forte crescimento, como está ocorrendo este ano, o lucro das empresas e a massa salarial crescem acima do PIB", diz Khair. "Consequentemente, a arrecadação também cresce mais que a economia como um todo."
O empresariado reclama que o governo retira do setor privado recursos que poderiam ser destinados a investimentos produtivos, além de reduzir o consumo. Pesquisa encomendada ao Ibope pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostra que 65% das empresas veem a tributação como principal barreira para o crescimento econômico. O Ibope entrevistou mil empresas do setor entre abril e maio.
O avanço da arrecadação reflete ainda a redução das compensações e desonerações tributárias concedidas no ano passado pelo governo federal, para estimular o consumo no período de dificuldades financeiras. Passado o sufoco da crise, tanto a sonegação como a inadimplência de contribuintes tendem a cair enquanto a economia cresce.
Fiscalização
O aumento na eficiência da cobrança dos governos estaduais e federal também contribui para o crescimento da arrecadação. Por meio de sistemas de informações cada vez mais sofisticados, a fiscalização tem apertado o cerco contra os maus contribuintes.
A conjugação desses fatores fez a arrecadação federal dos primeiros cinco meses do ano crescer 13% acima da inflação, quando comparada com igual período de 2009. Os cofres da União receberam R$ 318 bilhões.
Até sexta-feira, a transferência de recursos da sociedade, na forma de pagamento de tributos, às três esferas de governo já acumulava no ano mais de R$ 642 bilhões, segundo o "Impostômetro", painel eletrônico instalado em frente ao prédio da Associação Comercial de São Paulo, no centro da capital paulista.
Criado pelo Instituto Brasileira de Planejamento Tributário (IBPT), o painel mostra, em tempo real, o valor estimado dos impostos, taxas e contribuições pagos no País. Até o fim do ano, o IBPT estima que o placar chegue a R$ 1,3 trilhão. Em 2009, a contagem ficou em R$ 1,1 trilhão.
Numa pesquisa feita pela empresa de consultoria Terco Grand Thorton, com 150 empresários, os tributos incidentes sobre a folha de pagamentos foram apontados por 45% do entrevistados como os mais pesados. "É um desestímulo ao emprego formal", diz Wanderlei Ferreira, sócio da Terco Grant Thornton.
Depois de cair no ano passado por causa da crise, arrecadação se recupera, ancorada pelo forte crescimento econômico do País em 2010
Marcelo Rehder, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - A carga tributária brasileira voltou a subir e deverá bater o recorde de 2008, depois de ter recuado no ano passado. Em 2010, a soma de todos impostos, taxas e contribuições pagos pelas empresas e cidadãos aos três níveis de governo (federal, estadual e municipal) deverá representar 34,7% do Produto Interno Bruto (PIB), com alta de um ponto porcentual em relação a 2009 (33,7%). Em 2008, a carga foi de 34,4%.
As informações são de um estudo do consultor na área fiscal Amir Khair. Para projetar a carga tributária de 2010, Khair usou como base a arrecadação até maio e considerou um crescimento de 7% para o PIB, estimado em R$ 3,565 trilhões. Os valores de 2009 foram atualizados com a aplicação de uma correção de 6% (composto, em 70%, pelo IPCA e, em 30%, pelo IGP-DI). A metodologia de cálculo é a mesma usada pela Receita Federal.
O aumento da carga neste ano pode ser explicada, basicamente, pelo crescimento da economia, que faz ampliar a base de tributação. Da mesma forma, em 2009, a arrecadação caiu por causa dos efeitos recessivos da crise financeira mundial.
Quando o ambiente de negócios é favorável, as empresas não apenas faturam e lucram mais, como também empregam mais pessoas e pagam salários mais altos. Nesse cenário, mesmo sem aumento de alíquotas, o governo arrecada mais.
"Sempre que a economia passa por forte crescimento, como está ocorrendo este ano, o lucro das empresas e a massa salarial crescem acima do PIB", diz Khair. "Consequentemente, a arrecadação também cresce mais que a economia como um todo."
O empresariado reclama que o governo retira do setor privado recursos que poderiam ser destinados a investimentos produtivos, além de reduzir o consumo. Pesquisa encomendada ao Ibope pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostra que 65% das empresas veem a tributação como principal barreira para o crescimento econômico. O Ibope entrevistou mil empresas do setor entre abril e maio.
O avanço da arrecadação reflete ainda a redução das compensações e desonerações tributárias concedidas no ano passado pelo governo federal, para estimular o consumo no período de dificuldades financeiras. Passado o sufoco da crise, tanto a sonegação como a inadimplência de contribuintes tendem a cair enquanto a economia cresce.
Fiscalização
O aumento na eficiência da cobrança dos governos estaduais e federal também contribui para o crescimento da arrecadação. Por meio de sistemas de informações cada vez mais sofisticados, a fiscalização tem apertado o cerco contra os maus contribuintes.
A conjugação desses fatores fez a arrecadação federal dos primeiros cinco meses do ano crescer 13% acima da inflação, quando comparada com igual período de 2009. Os cofres da União receberam R$ 318 bilhões.
Até sexta-feira, a transferência de recursos da sociedade, na forma de pagamento de tributos, às três esferas de governo já acumulava no ano mais de R$ 642 bilhões, segundo o "Impostômetro", painel eletrônico instalado em frente ao prédio da Associação Comercial de São Paulo, no centro da capital paulista.
Criado pelo Instituto Brasileira de Planejamento Tributário (IBPT), o painel mostra, em tempo real, o valor estimado dos impostos, taxas e contribuições pagos no País. Até o fim do ano, o IBPT estima que o placar chegue a R$ 1,3 trilhão. Em 2009, a contagem ficou em R$ 1,1 trilhão.
Numa pesquisa feita pela empresa de consultoria Terco Grand Thorton, com 150 empresários, os tributos incidentes sobre a folha de pagamentos foram apontados por 45% do entrevistados como os mais pesados. "É um desestímulo ao emprego formal", diz Wanderlei Ferreira, sócio da Terco Grant Thornton.
GPS x Segurança: Mio dá dicas para não perder o foco ao dirigir
GPS x Segurança: Mio dá dicas para não perder o foco ao dirigir
O GPS é um acessório muito útil para o motorista. Hoje, encontramos no mercado modelos com informações de trânsito em tempo real, dicas de bares e restaurantes, postos de combustíveis mais próximos da localização do veículo, TV digital integrada, etc. Porém, como todo componente que é manuseado pelo condutor, alguns cuidados se tornam indispensáveis para que a viagem não seja comprometida.
Abaixo, seguem algumas dicas para chegar ao destino escolhido com segurança, tirando proveito de todas as facilidades oferecidas pelos GPS:
- o GPS deve ser posicionado em local que não prejudique a visibilidade do condutor. Os locais ideais são o centro inferior ou o lado esquerdo inferior do pára-brisa, dependendo do formato do painel do veículo;
- o condutor pode utilizar os alertas sonoros de manobras para facilitar sua navegação. Alguns modelos de GPS possuem uma função chamada TTS (Text to Speech), que fala o nome das ruas. Por exemplo: “Vire à direita, na Avenida Brigadeiro Faria Lima”. Essa função facilita muito a identificação da manobra que se deve fazer;
- o condutor não deve, em hipótese alguma, manusear o GPS com o carro em movimento. Para não comprometer a segurança da viagem, deve-se estacionar, manusear o navegador e, só então, seguir viagem;
- para prevenir uma sobrecarga de energia no GPS, recomenda-se sempre ligar o veículo primeiro e depois conectar o aparelho ao dispositivo de energia;
- o GPS deve estar sempre com a base de mapas atualizada, para evitar manobras erradas como, por exemplo, entrar em uma rua contramão, fazer um retorno proibido, etc.
Texto: Assessoria de Imprensa da Mio Tecnology
Fonte:logweb.com.br
O GPS é um acessório muito útil para o motorista. Hoje, encontramos no mercado modelos com informações de trânsito em tempo real, dicas de bares e restaurantes, postos de combustíveis mais próximos da localização do veículo, TV digital integrada, etc. Porém, como todo componente que é manuseado pelo condutor, alguns cuidados se tornam indispensáveis para que a viagem não seja comprometida.
Abaixo, seguem algumas dicas para chegar ao destino escolhido com segurança, tirando proveito de todas as facilidades oferecidas pelos GPS:
- o GPS deve ser posicionado em local que não prejudique a visibilidade do condutor. Os locais ideais são o centro inferior ou o lado esquerdo inferior do pára-brisa, dependendo do formato do painel do veículo;
- o condutor pode utilizar os alertas sonoros de manobras para facilitar sua navegação. Alguns modelos de GPS possuem uma função chamada TTS (Text to Speech), que fala o nome das ruas. Por exemplo: “Vire à direita, na Avenida Brigadeiro Faria Lima”. Essa função facilita muito a identificação da manobra que se deve fazer;
- o condutor não deve, em hipótese alguma, manusear o GPS com o carro em movimento. Para não comprometer a segurança da viagem, deve-se estacionar, manusear o navegador e, só então, seguir viagem;
- para prevenir uma sobrecarga de energia no GPS, recomenda-se sempre ligar o veículo primeiro e depois conectar o aparelho ao dispositivo de energia;
- o GPS deve estar sempre com a base de mapas atualizada, para evitar manobras erradas como, por exemplo, entrar em uma rua contramão, fazer um retorno proibido, etc.
Texto: Assessoria de Imprensa da Mio Tecnology
Fonte:logweb.com.br
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