21 de ago. de 2009

Governo investe R$ 1,9 milhão para recuperar estradas rurais de SP

Fonte:
Estradas
20/8/2009



O presidente Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo (Codasp), Edinho Araújo, visitou na semana passada os municípios de Lins, Potirendaba e Severínia, onde estão sendo executadas obras de recuperação de estradas por meio do Programa Melhor Caminho. O total de investimentos nessas três cidades é de aproximadamente R$ 1,9 milhão para recuperar de 22,8 quilômetros de estradas de terra.
Em Lins, na região de Bauru, estão sendo recuperados 8,4 quilômetros de três trechos de estradas: a LIN 448 - Bairro Campestre, a LIN 449 - Bairro Liberdade e a LIN 225 - Bairro Taquaruçu, com recursos da ordem de R$ 802.854,92. Os serviços foram iniciados em julho e já foram executados 2,8 quilômetros.

Em Potirendaba, localizada na região de São José do Rio Preto, a Codasp vai recuperar 8,7 quilômetros da estrada Água Vermelha - Cana do Reino, com investimento do governo, por meio da Secretaria da Agricultura e Abastecimento, de R$ 705.136,66. Iniciada no dia 20 de julho, a obra já conta com 2,6 quilômetros executados.

Na região de Barretos, dois trechos de estradas rurais de Severínia passarão por recuperação, num total de 5,7 quilômetros e investimento R$ 427.454,62. No município, as obras estão em fase de conclusão.

Atualmente o Programa Melhor Caminho recupera 761,87 quilômetros de estradas rurais em 124 municípios do Estado. O investimento é de R$ 63,9 milhões em 2009.

Petrobras anuncia descoberta de reserva de óleo leve na Bacia de Campos


Volume recuperável pode ser de 280 milhões de barris, diz estatal.
Reserva está na camada pós-sal, a cerca de 976 metros de profundidade.

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (20) nova descoberta de petróleo leve no pós-sal na Bacia de Campos, em uma perfurção informalmente denominada Aruanã. De acordo com a empresa, análises preliminares indicam a presença de volumes recuperáveis em torno de 280 milhões de barris de petróleo leve e com boa produtividade.



O bloco em questão foi adquirido na sétima rodada de licitação da Agência Nacional do Petróleo (ANP), ocorrida nos dias 17 e 18 de outubro de 2005.



O poço está localizado a cerca de 120 quilômetros da costa do Estado do Rio de Janeiro, a 976 metros metros de profundidade, ou seja, na camada pós-sal. A descoberta foi comprovada por avaliações em reservatórios localizados entre 2.993 e 3.123 metros de profundidade. A descoberta será, em seguida, apresentada para a ANP.

Prospecção

Segundo a estatal, em reservatórios geologicamente semelhantes a esta descoberta, também na Bacia de Campos, no Campo de Marlim Sul, a Petrobras perfurou dois poços, nos anos de 2007 e 2009, a 1,2 mil metros de profundidade. As estimativas destes postos, a serem desenvolvidos no plano estratégico 2009-2013, são de até 350 milhões de

20 de ago. de 2009

Crise nas usinas favorece empresas de combustível

A restrição ao crédito afetou grande parte das usinas, que está desovando os estoques de álcool para fazer caixa

A crise no setor sucroalcooleiro está beneficiando as grandes redes de distribuição de combustíveis, que registram aumento nas vendas e nas margens de lucro. A restrição ao crédito afetou grande parte das usinas, que com pouco poder de barganha no momento de negociar preços está desovando os estoques de álcool para fazer caixa, favorecendo as distribuidoras. Um exemplo é a Cosan, maior grupo sucroalcooleiro do país e controlador da CCL (Cosan Combustíveis e Lubrificantes), dona da Esso. No primeiro trimestre do ano-safra 2009/10, a margem de lucro da CCL atingiu 3,8%, bastante acima dos índices tradicionais do segmento, entre 2,5% e 3%.

Com a queda brusca na demanda mundial por etanol e a maior oferta do produto no país, os preços do álcool hidratado vendido pelas usinas estavam entre R$ 0,59 e R$ 0,60 o litro no início da safra, em abril, o que significa recuo de 13% sobre igual período do ano anterior, enquanto os custos superavam R$ 0,70. Atualmente, o etanol sai das usinas a R$ 0,71 por litro.

A queda dos valores acabou refletida nos preços do combustível negociado pelas distribuidoras às revendas. No mercado paulista, BR, Ipiranga e Shell vendiam o álcool de R$ 0,79 a R$ 1,16 o litro em junho, valor abaixo do comercializado no mesmo mês do ano passado.

Além de se beneficiarem dos preços baixos, as distribuidoras venderam muito mais álcool combustível. No primeiro semestre, as vendas tiveram crescimento de 28,1%, o que mais do que compensou a queda no consumo de diesel (recuo de mais de 3%) em função do desaquecimento da atividade econômica. As vendas de gasolina ficaram praticamente estáveis no período. A BR Distribuidora, que controla a maior rede de postos do país, aumentou suas vendas de álcool no primeiro semestre em 46,3%. A participação do álcool nos negócios do grupo Ultra, que controla as redes Ipiranga e Texaco, aumentou de 5% para 7% no segundo trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado.
Fonte http://www.valoronline.com.br/