Bolsas da Ásia fecham em alta com Wall Street e China
Hong Kong registrou alta de 1,7% e Tóquio subiu 1,3%
Ricardo Criez e Hélio Barboza, da Agência Estado
TÓQUIO - Os bons resultados em Wall Street e a negativa da China de que estivesse revendo seus investimentos em ativos europeus alavancaram os negócios nesta sexta-feira na maioria dos mercados da Ásia. As Bolsas de Cingapura, Jacarta (Indonésia), Bangcoc (Tailândia) e Kuala Lumpur (Malásia) não operaram devido a feriados locais.
Em Tóquio, a elevação dos preços das matérias-primas ajudou o índice Nikkei 225 subir pela terceira sessão consecutiva e adicionou 123,26 pontos, ou 1,3%, fechando aos 9.762,98 pontos.
Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 335,34 pontos, ou 1,7%, e terminou aos 19.766,71 pontos - na semana, o índice acumulou alta de 1,1%.
Já as Bolsas da China estiveram estáveis. A queda no setor imobiliário, com preocupações de que Pequim irá adotar medidas adicionais para desaquecer o mercado, ofuscaram os ganhos entre as petrolíferas e mineradoras por conta da alta das commodities. O índice Xangai Composto baixou apenas 0,01% e encerrou aos 2.655,77 pontos - na semana, o índice apresentou elevação de 2,8%. O índice Shenzhen Composto ganhou 0,2% e terminou aos 1.062,78 pontos.
O yuan teve leve alta ante o dólar no fechamento, por conta da demanda pela divisa americana de fim de mês por importadores que ofuscou largamente o efeito da queda do dólar ante o euro. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8313 yuans, de 6,8315 yuans do fechamento de quinta-feira.
Os ganhos nos demais mercados regionais alavancaram a Bolsa de Taipé, em Taiwan. O índice Taiwan Weighted subiu 0,7% e fechou aos 7.295,32 pontos.
Na Coreia do Sul, a diminuição das preocupações com a dívida europeia possibilitou a terceira alta consecutiva na Bolsa de Seul, onde o índice Kospi fechou com elevação de 1%, terminando aos 1.622,78 pontos.
Na Bolsa de Sydney, na Austrália, o índice S&P/ASX 200 chegou à máxima de oito dias, com alta de 1,8% e total de 4.447,5 pontos.
Nas Filipinas, o índice PSE da Bolsa de Manila somou 3% e fechou aos 3.252,63 pontos, ainda sob efeito da divulgação de um crescimento do PIB acima do esperado no primeiro trimestre. As informações são da Dow Jones.
28 de mai. de 2010
Fluxo de óleo no poço do Golfo do México parou, diz Guarda Costeira
Fluxo de óleo no poço do Golfo do México parou, diz Guarda Costeira
Desafio agora é manter o poço fechado, segundo almirante americano.
Empresa responsável pelo vazamento afirma que os trabalhos 'vão bem'.
Do G1, com agências internacionais
O fluxo de óleo e gás do poço que vazou no Golfo do México foi parado pela injeção de lama, mas o desafio agora é manter a vedação, disse nesta sexta-feira (28) o almirante Thad Allen, comandante da Guarda Costeira dos EUA.
Em entrevista ao programa "Good Morning America", ele disse que as próximas 12 a 18 horas serão "bastante críticas" nos esforços de deter o vazamento, que provocou um desastre ambiental.
No mesmo programa, Tony Hayward, executivo da British Petroleum, empresa responsável pelo poço, disse que os trabalhos para tapar o poço estão indo "bastante bem de acordo com o plano" e que devem continuar nesta sexta. Ele previu que só no domingo vai ser possível saber se os trabalhos deram certo.
oilImagem divulgada pelo site da empresa nesta sexta-feira (28) mostra fluido vazando de oleoduto no poço. (Foto: AFP)
As operações foram interrompidas na noite e ontem para uma avaliação dos trabalhos e retomadas logo depois.
Mais cedo na quinta-feira, Thad Allen chegou a afirmar que o vazamento de óleo havia sido detido. Mas a empresa recusou-se a confirmar a informação de que teria conseguido bloquear o fluxo de óleo.
O procedimento para vedar o vazamento prevê a injeção de lodo e cimento, uma operação que nunca foi tentada a essa profundidade antes - o poço está 1,5 mil metros abaixo do nível do mar.
O procedimento, conhecido como "top kill" foi autorizado pela Guarda Costeira na quarta-feira mesmo. A BP advertiu que demorará alguns dias até determinar se a operação irá funcionar.
Demissão
A chefe do Serviço de Controle Mineral dos EUA, Liz Birnbaum, responsável por monitorar a exploração de petróleo no mar, renunciou, afirmou nesta quinta o secretário do Interior, Ken Salazar.
A informação foi divulgada durante audiência em subcomitê na Câmara de Representantes sobre o vazamento. Muitos parlamentares e grupos de defesa do ambiente culparam a frouxidão da regulação estatal pelo vazamento.
Salazar disse ao subcomitê que Liz foi "uma boa servidora pública".
Desafio agora é manter o poço fechado, segundo almirante americano.
Empresa responsável pelo vazamento afirma que os trabalhos 'vão bem'.
Do G1, com agências internacionais
O fluxo de óleo e gás do poço que vazou no Golfo do México foi parado pela injeção de lama, mas o desafio agora é manter a vedação, disse nesta sexta-feira (28) o almirante Thad Allen, comandante da Guarda Costeira dos EUA.
Em entrevista ao programa "Good Morning America", ele disse que as próximas 12 a 18 horas serão "bastante críticas" nos esforços de deter o vazamento, que provocou um desastre ambiental.
No mesmo programa, Tony Hayward, executivo da British Petroleum, empresa responsável pelo poço, disse que os trabalhos para tapar o poço estão indo "bastante bem de acordo com o plano" e que devem continuar nesta sexta. Ele previu que só no domingo vai ser possível saber se os trabalhos deram certo.
oilImagem divulgada pelo site da empresa nesta sexta-feira (28) mostra fluido vazando de oleoduto no poço. (Foto: AFP)
As operações foram interrompidas na noite e ontem para uma avaliação dos trabalhos e retomadas logo depois.
Mais cedo na quinta-feira, Thad Allen chegou a afirmar que o vazamento de óleo havia sido detido. Mas a empresa recusou-se a confirmar a informação de que teria conseguido bloquear o fluxo de óleo.
O procedimento para vedar o vazamento prevê a injeção de lodo e cimento, uma operação que nunca foi tentada a essa profundidade antes - o poço está 1,5 mil metros abaixo do nível do mar.
O procedimento, conhecido como "top kill" foi autorizado pela Guarda Costeira na quarta-feira mesmo. A BP advertiu que demorará alguns dias até determinar se a operação irá funcionar.
Demissão
A chefe do Serviço de Controle Mineral dos EUA, Liz Birnbaum, responsável por monitorar a exploração de petróleo no mar, renunciou, afirmou nesta quinta o secretário do Interior, Ken Salazar.
A informação foi divulgada durante audiência em subcomitê na Câmara de Representantes sobre o vazamento. Muitos parlamentares e grupos de defesa do ambiente culparam a frouxidão da regulação estatal pelo vazamento.
Salazar disse ao subcomitê que Liz foi "uma boa servidora pública".
Inflação 'do aluguel' acelera em maio para 1,19%, diz FGV
Preços no atacado, em especial as matérias-primas, motivaram alta.
Ìndice acumula alta de 4,18% em 12 meses.
Do G1, em São Paulo
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), indexador da maioria dos contratos de aluguel, acelerou em maio na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas nesta sexta-feira (28).
O índice variou 1,19% no fechamento do mês. Em abril, a variação havia sido de 0,77%.
IGPM GráficoGráfico mostra evolução mensal do IGP-M. (Foto: Editoria de arte G1)
Analistas esperavam leitura de 1,29%. No Boletim Focus mais recente, os analistas financeiros consultados pelo Banco Central (BC) esperavam IGP-M de 0,45% neste mês.
Com o resultado de maio, o índice acumula alta de 4,18% em 12 meses e de 4,79% no ano.
O IGP-M foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 de abril e 20 de maio.
A aceleração foi influenciada principalmente pelos preços do atacado medidos no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), componente que tem peso de 60% no indicador geral IGP-M e que subiu de 0,72% em abril para 1,49% em maio.
As maiores altas individuais de preços no atacado foram de minério de ferro (de 49,76% em maio após queda de 1,06% em abril), leite in natura, soja em grão, feijão e bovinos.
Alimentos sobem menos
Perdeu força o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), outro componente do IGP-M, que recuou de 0,73% para 0,49%, em maio. A inflação dos alimentos desacelerou de 2,06% para 0,56%.
As maiores quedas individuais de preços no varejo foram de tomate, laranja pera, álcool combustível, pimentão e açúcar refinado.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em maio, variação de 0,93%,
abaixo do resultado do mês anterior, de 1,17%.
(Com informações da Reuters e do Valor Online)
Ìndice acumula alta de 4,18% em 12 meses.
Do G1, em São Paulo
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), indexador da maioria dos contratos de aluguel, acelerou em maio na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas nesta sexta-feira (28).
O índice variou 1,19% no fechamento do mês. Em abril, a variação havia sido de 0,77%.
IGPM GráficoGráfico mostra evolução mensal do IGP-M. (Foto: Editoria de arte G1)
Analistas esperavam leitura de 1,29%. No Boletim Focus mais recente, os analistas financeiros consultados pelo Banco Central (BC) esperavam IGP-M de 0,45% neste mês.
Com o resultado de maio, o índice acumula alta de 4,18% em 12 meses e de 4,79% no ano.
O IGP-M foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 de abril e 20 de maio.
A aceleração foi influenciada principalmente pelos preços do atacado medidos no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), componente que tem peso de 60% no indicador geral IGP-M e que subiu de 0,72% em abril para 1,49% em maio.
As maiores altas individuais de preços no atacado foram de minério de ferro (de 49,76% em maio após queda de 1,06% em abril), leite in natura, soja em grão, feijão e bovinos.
Alimentos sobem menos
Perdeu força o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), outro componente do IGP-M, que recuou de 0,73% para 0,49%, em maio. A inflação dos alimentos desacelerou de 2,06% para 0,56%.
As maiores quedas individuais de preços no varejo foram de tomate, laranja pera, álcool combustível, pimentão e açúcar refinado.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em maio, variação de 0,93%,
abaixo do resultado do mês anterior, de 1,17%.
(Com informações da Reuters e do Valor Online)
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